Boaz & Diehl e Resmini Grantham

Família e Sucessões

Família e Sucessões

Atuação técnica e cuidadosa em questões familiares, sucessórias e patrimoniais que exigem sensibilidade, estratégia e condução responsável.

Família e Sucessões
Condução cuidadosa em decisões familiares e sucessórias.

Análise técnica

Questões familiares e sucessórias exigem técnica, sensibilidade e clareza.

Demandas envolvendo família, sucessões e patrimônio costumam reunir aspectos jurídicos, emocionais e patrimoniais relevantes. Por isso, cada situação exige escuta qualificada, análise documental cuidadosa e definição de caminhos que considerem o contexto concreto das pessoas envolvidas.

A atuação do escritório busca oferecer condução técnica, discreta e estratégica, com atenção à singularidade de cada caso e aos impactos das decisões tomadas ao longo do processo.

Decisões familiares e patrimoniais pedem condução cuidadosa.

A atuação em família e sucessões combina escuta, leitura documental e estratégia para construir caminhos mais claros, responsáveis e compatíveis com cada contexto.

Principais demandas

Demandas de Família e Sucessões atendidas

Divórcio

Orientação e condução de divórcios consensuais ou litigiosos, com atenção aos aspectos patrimoniais, familiares e documentais envolvidos.

Guarda e convivência

Atuação em questões relacionadas à guarda, convivência familiar e organização de responsabilidades parentais.

Alimentos

Análise e condução de demandas envolvendo fixação, revisão, exoneração ou execução de alimentos.

Inventário

Condução de inventários judiciais ou extrajudiciais, com organização documental e atenção à partilha patrimonial.

Partilha de bens

Análise de regimes de bens, patrimônio comum, documentos e critérios aplicáveis à divisão patrimonial.

Planejamento sucessório

Orientação para organização patrimonial e sucessória, considerando segurança jurídica, continuidade e prevenção de conflitos.

Testamentos

Análise e orientação jurídica sobre disposições testamentárias, limites legais e organização da vontade sucessória.

Regularização patrimonial familiar

Atuação em situações que envolvem documentação, bens, direitos e organização patrimonial em contexto familiar ou sucessório.

Condução do caso

Como a demanda familiar ou sucessória é conduzida

01

Escuta qualificada

Compreensão da situação apresentada, dos vínculos familiares, dos objetivos do cliente e dos impactos envolvidos.

02

Análise documental

Estudo dos documentos pessoais, patrimoniais, registros, contratos, certidões e demais elementos necessários.

03

Estratégia jurídica

Definição do encaminhamento mais adequado, considerando riscos, possibilidades de acordo e medidas judiciais ou extrajudiciais.

04

Condução cuidadosa

Acompanhamento da demanda com clareza, discrição e atenção aos desdobramentos familiares e patrimoniais.

Decisões com impacto familiar e patrimonial

Em questões familiares e sucessórias, a forma de condução pode ser tão importante quanto a solução jurídica.

A análise cuidadosa do contexto, dos documentos e dos impactos envolvidos permite construir encaminhamentos mais seguros, evitar conflitos desnecessários e preservar, sempre que possível, a clareza nas decisões patrimoniais e familiares.

Orientação familiar e sucessória

Quando procurar orientação em Família e Sucessões?

Antes de iniciar um divórcio

Quando houver dúvidas sobre guarda ou convivência

Quando for necessário discutir alimentos

Após o falecimento de um familiar

Antes de iniciar um inventário

Quando houver conflito sobre partilha de bens

Para organizar planejamento sucessório

Quando existirem dúvidas sobre patrimônio familiar

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre Família e Sucessões

Quando devo procurar orientação em Direito de Família?

A orientação pode ser importante sempre que uma decisão familiar envolver efeitos jurídicos, patrimoniais ou pessoais relevantes, como divórcio, guarda, alimentos ou organização de bens.

Uma análise prévia ajuda a compreender possibilidades, riscos e documentos necessários antes de iniciar uma medida consensual, extrajudicial ou judicial.

O divórcio precisa sempre ser feito na Justiça?

Não necessariamente. Em algumas situações, o divórcio pode ser feito em cartório, especialmente quando há consenso e os requisitos legais estão presentes.

Quando existem filhos menores, incapazes, conflitos sobre bens ou ausência de acordo, pode ser necessário avaliar a via judicial e o procedimento mais adequado.

Como funciona a partilha de bens no divórcio?

A partilha depende do regime de bens adotado, da composição do patrimônio, da origem dos bens e dos documentos disponíveis para comprovação.

Cada situação exige análise específica, pois contratos, datas de aquisição, financiamentos, empresas e dívidas podem influenciar a divisão patrimonial.

Guarda e convivência são a mesma coisa?

Não. A guarda se relaciona às responsabilidades parentais e decisões sobre a vida do filho, enquanto a convivência trata da organização do tempo de contato com cada responsável.

Esses temas podem ser definidos por acordo ou por decisão judicial, sempre considerando o contexto familiar e o melhor interesse da criança ou adolescente.

É possível revisar o valor dos alimentos?

Sim, desde que exista alteração relevante na situação de quem paga, de quem recebe ou nas necessidades envolvidas.

A revisão exige análise documental e cuidado na demonstração das mudanças, pois o valor deve observar necessidade, possibilidade e proporcionalidade.

Quando é necessário abrir inventário?

O inventário é necessário quando uma pessoa falece deixando bens, direitos ou obrigações que precisam ser formalmente transmitidos aos herdeiros.

A abertura permite organizar documentação, apurar patrimônio, tratar dívidas, recolher tributos e viabilizar a partilha conforme a situação concreta.

Inventário pode ser feito em cartório?

Em alguns casos, sim. O inventário extrajudicial pode ser possível quando há consenso entre os herdeiros, capacidade das partes e cumprimento dos requisitos legais.

Quando há conflito, testamento em determinadas situações ou interessados incapazes, pode ser necessário conduzir o inventário pela via judicial.

O que acontece quando os herdeiros não concordam com a partilha?

A ausência de acordo pode exigir discussão judicial, com análise dos bens, direitos, dívidas, documentos e posições de cada interessado.

Ainda assim, a negociação pode ser buscada ao longo do processo quando houver espaço para composição e preservação de interesses patrimoniais.

Para que serve o planejamento sucessório?

O planejamento sucessório busca organizar a transmissão patrimonial, reduzir incertezas, prevenir conflitos e dar maior clareza à vontade da pessoa dentro dos limites legais.

Ele pode envolver testamento, organização documental, análise de bens, estruturas patrimoniais e orientação sobre impactos familiares e tributários.

Testamento evita inventário?

Em regra, o testamento não elimina a necessidade de inventário, mas pode orientar a destinação de bens e registrar a vontade sucessória dentro dos limites da lei.

Sua utilidade depende do contexto patrimonial e familiar, por isso a elaboração deve ser feita com atenção técnica para evitar dúvidas futuras.

Contato

Precisa avaliar uma questão familiar ou sucessória?

Entre em contato com o escritório para apresentar sua situação, documentos e dúvidas relacionadas a família, sucessões ou patrimônio.

Telefone: (51) 3221-7655

WhatsApp: (51) 99201-4119

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